When "Yes" means "No" or "Maybe"

Oi gente...

caraca, tem gente que acessa isso aqui ainda!!!

Olha, tava agora fazendo uma matéria online da facul e vi isso aqui! Acho muito legal compartilhar!

Eu suuuper entendi! Viver isso foi interessante!

O mais interessante foi ver nessa reportagem que não é só nós, brasileiros, que somos indiretos! Tá todo mundo cansado de saber que a gente fala "sim" querendo dizer "não", ou o contrário, ou o contrário do contrário! E talvez a maioria das vezes é "sim" ou "não". De fato é, né! Mas quero dizer que nosso "talvez" sempre tem um "sim" ou "não" muuuuito definido por trás!

Americano não! Sim é sim, não é não e talvez é pq não se sabe mesmo! Eu lembro de ter passado por situações do tipo (sendo meu "sim" ou "não" e meu "não" um "sim"!). Aí é tenso, neh! Pq geralmente brasileiro sabe quando a gente com ironia ou fazendo charme e lá não tem isso! E quem sou eu pra falar que isso tá certo ou não! Talvez, né?! Hahaha

Se uma coisa que o turismo me ensinou (e ir pros EUA reforçou) que não há culturas melhores que outras. São culturas! São para ser diferentes! Como já dizia Voltaire, a gente pode não concordar, mas tem sim que respeitar! Acho muito pouco provável que alguém, na nossa visão ocidental, concorde com a submissão em relação da mulher no oriente médio. Assim como ninguém deveria, em tese, concordar com a palhaçada que é a política desse país (que, de fato, é reflexo da população! Infelizmente tenho que admitir isso!) ou com nossos governantes que deixam construir uma hidrelétrica imensa sem potencial relevante no meio das pouquíssimas comunidades indígenas reais desse país (shame on you, presidentA) e outros que classificam as pessoas como alienígenas por não serem iguais a eles!

Enfim... Deixa, deixa que um dia a educação ganha nesse país! Toma a reportagem aí...


Site: 

http://www.frugalmarketing.com/dtb/xcultcomm.shtml

When "Yes" means "No" or "Maybe"--Avoiding Cross-Cultural Misunderstandings in Global Business


Linda McGovern of CultureSmart offers advice & tips on how to avoid cross-cultural misunderstandings in global business.
An American businesswoman comes away from a meeting delighted; she finally got her Japanese supplier to agree to a price. A few days later, she receives questions about price. Its almost as if she imagined the meeting. "What's going on here?" she asks. "We agreed on the price already, didn't we?"
The businesswoman recalls all the Um-hmms and Yesses she heard in the meeting. "They agreed to the price, they said yes," she mutters to herself. "They even nodded and smiled."
Welcome to the world of intercultural business communication--a world fraught with frequent misunderstandings, frayed tempers and mistrust. This American Businesswoman is not the first or last to feel frustrated in this way. Other people have misunderstood a "yes" response.
Ways of Communication:
The businesswoman needs to understand that irrespective of language, different cultures communicate in different ways.
Good communication American style is to say what you mean precisely, in as straightforward a manner as possible. Be direct, get to the point, say what the bottom line is. For other cultures, this style is rude, abrasive and self-centered.
Many cultures--including Japanese, go to great lengths not to be direct. The risk of disharmony with other group members is too great to be outspoken. Its better to agree to somebodys face and negotiate with them afterwards than to blatantly disagree. In our opening scenario, the Japanese supplier appeared to say yes, but continued to negotiate a price, days after the supposed agreement.
Direct communicators like Americans in general, consider this indirectness deceptive, two-faced and lacking in integrity. What do you think?
Goals of Communication:
The goals of communication vary across culture and languages. In the US, speech is often used to demonstrate eloquence, power or lack thereof. The presidential debates are good examples of this. So too are the expressions "For the sake of argument" or "I'll play the devils advocate and..."
But in many Asian cultures, the goals of communication is to achieve consensus of opinion and to promote group harmony. "Yes" can mean "no," "maybe," or even "we've got to think a little more about this and we don't want to fall out with you."
Styles of Communication:
So how do you know when yes really means no? Simply listen to the silent messages and read the invisible words.
US culture, with its long tradition of rhetoric, values verbal messages greatly. Other cultures are more sensitive to non-verbal means of communication, such as:
  • Body posture

  • Hand gestures

  • Facial expressions

  • Eye contact

  • How close people stand to each other
    Misunderstandings and blunders result from failing to recognize and understand many forms of non-verbal communication. Going back to our opening scenario, the businesswoman remembers the nods and smiles. But what did they mean in the context of that business meeting?
    Not what the American businesswoman thought. They meant disagreement, displeasure, uncertainty. The lesson to be learnt here is that similar gestures and facial expressions are often used differently across cultures. The meaning of a smile is not universal. Neither is a frown.
    Avoid misunderstandings in communicating across cultures:
    1. Be conscious of body language and non-verbal messages:
    What message is communicated in the smiles, frowns, head movements or silence?
    2. Watch eye contact:
    Reserve judgment on the correct amount of eye-contact. Some cultures encourage plenty, others frown upon it. You may have to adjust the amount of eye contact according to the status of the person you're talking to.
    3. Listen without interrupting:
    Americans are often considered too talkative. People from other cultures may interpret many interruptions as disrespectful.
    4. Summarize what you hear often:
    Keeping in mind point #3, clarify what you think you have heard, rephrasing as simply as possible.
    5. Speak slowly, enunciate and avoid idioms:
    Only 5% of the worlds population speak English as a first language. You may be doing business with a person who speaks fluent English but who has difficulty understanding your accent, the idioms, jargon or slang you use. Remember, the simpler the English, the better.
    In the next newsletter, well look at how to develop international English for marketing and other business endeavors. In the meantime, success in your intercultural business interactions!
    Copyright 1998, Linda McGovern Linda McGovern and her company, CultureSmart, provide cross-cultural and international business consulting and training services such as pre-departure briefings, orientations to working and living in the US and business and technical English instruction programs. Business Success Across Cultures. Tel/Fax: +1-510-471-6607 e-mail:CultureSmart@mncmc.com
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    Hello everyone,

    eu achei esse novo layout e não tive como não trocar. Como sabem, NYC é uma cidade mágica, encantadora, perfeita! Logo, só de lembrar trás alegria!

    Claro que eu não tenho novidades da minha ex-vida aupairiana. Na verdade, recebi um e-mail que me deixou bem feliz. Por mais que eu ache que não se deve importar para isso, é interessante saber de pessoas que você acha que te odeiam que não é bem assim. Pelo menos foi o que eu entendi. Bem, pra bom entendedor, isso basta, né? Entenderam de onde veio, né? Bem, fui eu que comecei, mas pelo menos disse tudo que eu queria. As coisas ficaram mais claras, enfim! Isso é bom!

    Mudando de assunto... impressão minha ou acabou a febre de au pair?! Não vejo mais blogs, não tem ninguém desesperado! Uai... se bem que não tô com esse tempo todo pra ficar procurando também! Mas enfim, quem tiver nesse processo aí, good luck guys!

    Não quero deletar!

    Hello novamente pessoal!

    Recebi um comentário da Débora que vale a pena compartilhar. Fiquei tão feliz q eu não quero de forma alguma deletar o e-mail sobre o comentário que recebi! Vou salvá-lo e vai ficar lá!

    "Ah por isso que te adoro! Obrigada por traduzir em palavras exatamente o que eu sinto! Hahahahaha.... Parece até que leu meus pensamentos! Li em algum lugar que as vezes precisamos ir para longe para compreender o que está perto e isso é verdade. Eu decidi ser ai pair pq precisava ficar sozinha e reaprender quem eu realmente sou! Eh a coisa mais horrível sentir que eu não sei quem sou! Como assim?! Mas é verdade me perdi e estou me encontrando novamente a cada dia aqui! Valeu pelo post, inspirador!"

    Isso só complementa e dá "credibilidade" ao post anterior! Quem entra nessa de au pair é muito corajoso, por mais que não saiba. E foi minha mãe essa semana que me despertou para isso, quando eu disse que não sabia se deveria fazer uma coisa. Ela simplesmente disse: "Pra quem saiu do país, pra um lugar estranho, tá com medo de quê?". É isso mesmo, retomar aquela frase lá no cabeçalho do blog: "Make a wish, take a chance...".

    --

    Momentu "Tradussão impussível -- intraduzíveu"

    Ah menha eix-pattroua tah aceçano meo brog! Cê jura qui ellah nun gostha di min, né? #manda1bjo

    Réplica!

    Oi gente... (Eddy, Eveline, Débora -- oi Débora! Valeu por acessar!, e outras gentes que vai que acessem aqui!)
    O post de hj é sobre o comment da Eveline, que eu tive q ler, reler, re-reler e re-re-reler de novo!
    Bem, tá dois posts atrás aí.
    Eu entendi seu ponto, Eve! Mas acá (gíria do povo da minha town!), vamos filosofar...

    Eu nunca tive um "american dreams". Esse meu tipo "american dream" nasceu lá mesmo. Mas não era necessariamente "american", era um que me permitisse vivenciar um mundo diferente daquele que eu tinha. E o programa de au pair foi o q parecia mais fácil (= barato) para q isso se realizasse.

    E, principalmente, eu descobri o programa numa fase que eu precisava muito voltar para o meu interior, para mim. Um tempo q eu realmente precisava pensar e ter resposta para a pergunta "é isso mesmo?". (... que eu penso?; que eu quero?; que eu acho?; que será?; que poderá ser?; que eu sou?").

    Eu acho que todo mundo tem um momento assim, no qual vc fica sem parecer saber até quem é! E esse foi o meu momento. O "ser au pair" foi um momento de pensar. E se isso parecer uma desculpa de au pair fracassado, que quem interprete dessa forma fique à vontade. Por mais q eu brinque, principalmente com meus amigos da internet, q eu não seja o modelo de sucesso de au pair (coisa q talvez não sou mesmo), pra mim deu certo! De verdade! E acredite quem quiser.

    Vou citar um menino q numa comu no orkut ficou uma semana nos eua como au pair e disse q "encontrou a verdade" e voltou, sem medo de ser feliz. Eu mesmo fui um dos que critiquei psicologicamente, sem postar nada no orkut, a postura dele, por achar uma semana um período muito curto para ter certeza de alguma coisa. Hj eu tenho uma postura diferente, mas essa foi construída depois de um tempo. Digamos q há quase 7 meses eu voltei, e esse pensamento foi criado a pouco tempo também. Por um só motivo: porque aconteceu comigo também. Apesar de que demorou 7 meses para mim! Pra ele foi uma semana! Mas com certeza ele encontrou as respostas pra questões que tinha.

    Não tô dizendo que todos q vão tem questões na cabeça, e não deveriam criá-las, mas se tem, com certeza é um ótimo tempo para parar e pensar.

    Da crítica da Eveline de q eu acho q esqueci q NYC tá lá e q tinha muito pra aproveitar lá, de fato tinha mesmo! Queria? Queria! Mas chega um dia q talvez suas questões são sanadas e, independente de acreditarem ou não, crendo em Deus ou numa força maior, uma voz fala pra vc alguma coisa e vc interpreta do jeito que acha. Aconteceu comigo. Não vou "botar culpa" na minha volta a partir de "questões sobrenaturais", mas também não sei explicar o q aconteceu. Só sei que era pra ser assim e ponto.

    Acho sim que quem quiser ser au pair, que sabe que não é fácil e sabe dos riscos, e mesmo assim quer ser, tem q ser mesmo! Tem q correr atrás dos sonhos! A vida lá não é só ir pra NYC, mas tb não é só trabalhar! É aprender inglês, é crescer pessoalmente, é conhecer diversas culturas, é, se não aceitá-las, pelo menos respeitá-las e ver que todo mundo é diferente e que jamais uma experiência é igual as outras, e o mais importante, aprender a respeitar as pessoas.

    Se alguém perguntar como fica a família de lá sobre isso, eu não tiro o direito deles de me odiar e quererem me ver sendo queimado em praça pública, assim como eu não tiro o meu direito de ter ouvido um "É para sua e nossa segurança que fizemos isso. Espero que compreenda". Não sei se mudaria alguma coisa ouvindo essa frase, mas no passado está e no passado ficará. Nesse mesmo sentido, eu não deixo me faltar a direito de lembrar dos ótimos momentos que tive lá e também de não deixar existir uma culpa de tê-los "abandonado".

    Nesses quase 7 meses de volta, bateu aquele arrependimento e aquela culpa, mas hj eu não me culpo, não acho que ninguém deve perdão a ninguém, e não vou sofrer por pessoas que foram importantes na minha vida, mas que provavelmente eu nunca mais verei ou falarei. Assim como outras milhares que já passaram e que passarão, que sempre deixam feridas cicatrizadas. Isso é quase um processo natural da vida.

    E o que volto a dizer sobre o que foi mais importante foram as experiências que eu tive, os autoconhecimento que eu passei a ter e sempre incrementar, as pessoas maravilhosas que eu conheci e que são amigas de verdade (mesmo q pela net), a perspectiva de uma vida com respeito e sem medo do futuro e, também importante, a valorização desde as micros até maiores coisas, além do respeito e o amor pelo meu país, que é meu, é nosso, e seja do jeito que é, nos acolhe e (sem interpretações erradas) nos oferece condições (sobretudo de direitos humanos) de vivermos com dignidade.

    Desculpem o post gigante, mas é mais ou menos isso que eu penso no momento. Amanhã eu já não sei! Mas por hj, isso basta!

    Abraços!

    From Carol's Blog

    People... eu tava escrevendo um comments pra Carol, pq ela acabou de voltar... só q o comment ficou tão grande que virou post -- E como voltar sempre é um problema, tanto pra quem tá lá ou msm pra quem nem foi, mas já quer saber de tudo, então eu dei um ctrl+c  ctrl+v e postei aqui, ó!

    No outro post eu ilustrei mais ou menos o que é todo o processo au pair, da escolha do intercâmbio, até a pós-chegada. O comment é só mais um complemento!

    Ninguém mais comenta aqui (tipo ORKUT!), mas ainda recebe visitas! E como não tem muito blog de male au pair, esse fica on ainda! (O único realmente ativo q eu vejo é do Eddi -- the future best male au pair ever!).

    Mas como ainda rola visitas (obrigado, Brasil!), inclusive internacionais, tipo Espanha, Rússia, Alemanha (#medo), Irlanda e, claro, USA -- Good Morning, America! Inclusive de NY! ( I s2 NY!)

    Pq...


    [Xtina não é muito boa em decorar letras (vide Hino USA Superbowl!)] -- Afinal, cada país tem a Vanusa q merece! Haha!]
    --

    WOw... Carol, welcome back!


    I will tell you... as you see, it's not the easiest thing to come back and have a "normal" life back.

    Well, it won't help anyway telling you what you should do or not, it didn't help to me! But it will take time, but you'll get acquanted again.

    It's fucking weird, `cuz I know exactly what you're feeling. It's part of the process!

    But, anyway, you'll see this country with other eyes and don't matter how bad it is, it's just awesome the way it is and so your life.

    But, for now, you have the right to hate everything here and want to go back right now!!! Later, you'll get so many plans and it won't bother anymore!

    I wrote a lot! Hope you'll read it! LOL

    XOXO
    Eu corrigi uns errinho q foram pra Carol...

    Ser Au Pair de novo?!

    C's dois... Eveline e Eddy...

    só uma resposta pra vcs: Why not???

    hauahuahauahua

    Sério! E pra complemento... de volta pra mesma família, se pudesse!

    O que começou a cagar tudo foi aquela história do GPS lá pros meios de Março! Por isso eu falo sempre com vcs, q por mais q a gente seja tímido, ou fique com vergonha, ou sei lá pq, o jogo tem q ser aberto! O meu eu tentava ser o máximo, mas o capítulo do GPS partiu deles e não de mim, por isso eu achava q não deveria falar, mas deveria!

    Seria au pair de novo fácil! Simplesmente porque foi um dos momentos mais difíceis e mais prazerosos da minha vida! Ou vcs acham q eu sofria quando eu ia no fds pra NYC?! Habla sério!

    Se conselho valer, seja aberto! Fale das coisas que incomodam! Não fique com vergonha de perguntar até se vc vai poder usar o banheiro social ou a cozinha, quando estiver de folga! Sério isso! Não é que tem q ser sem vergonha, mas eles são diretos, sem rodeios, e brasileiro não! A gente dá voltas no triângulo das bermudas pra chegar no bolso! Eles nem usam escalas!

    See ya, guys!

    Eveline, I hate you!!!

    Gente, como se não bastasse eu ser um ex-au pair, mantendo um blog q deixou de existir, e resurgiu (Blog Fênix?!), eu não posso ficar quieto que a Eveline vem...

    Eu "hate" ela pq ela me faz ter vontade de postar! Eu estou quieto aqui no meu canto, às 00:16, montando uma maldita mesa super complicada que chegou na data errada (pq hj o dia foi punk no trabalho e eu tô querendo nem ver pobre [e muito menos rico!]) e, a melhor parte, for sure, tomando um copo (taça eu não tenho -- finessa master!) meu cabernet!

    Voltando na Eveline, essa é mais uma das milhares de coisas boas que aconteceu nesse meu processo de virar au pair! Eu conheçi tanta gente legal q é muito louco isso! Essa troca de info via blog, orkut etc, etc... foi excelente para conhecer muita gente legal! Muitos amigos que eu considero muito são daqui da net! E sendo eles sabendo quem são, sabe q eu considero muitíssimo todos e que amo de paixão todos! E essa louca da Eveline é outra, pq ela dá corda nas coisas loucas que eu falo e que quero sim torná-las reais!

    Pra felicidade dessa que me considera um ferrenho crítico sarcástico (ohh maldade!), eu tenho vontade de postar e escrever qualquer coisa louca que vem na cabeça! Eu deveria criar um outro blog pra isso, mas como assim ser -ex é pra sempre, mesmo eu não sendo mais au pair, eu sou um ex com muitas reflexões daquele meu período de babá nos states, além dos comentários da vida aqui e lá, já que deu pra viver um pouquinho lá e aqui, né?!

    Enfim, eu não sei qual a finalidade desse post, mas eu juro que tinha! Eu talvez ia falar alguma coisa novamente relacionada a gente ser obrigado a fazer coisas que a gente não gosta, ou viver períodos conturbados para um fim maior.

    Ser au pair foi mais ou menos assim. Eu falei disso no post passado, mas como veio isso na minha cabeça de novo, refalo da chatisse daquele preenchimento de papéis, dos stresses porque as pessoas não quer ajudá-lo (ou mesmo atrapalhar!), além do desespero de esperar família e pegar qualquer uma.

    A minha, tecnicamente, foi qualquer uma, já que eu só conversei com eles e pq tb eram 4 kids, mas de qualquer forma as kids eram/são bem especiais pra mim. Apesar de ler muito a respeito e talvez concordar que na escolha, por exemplo, a escolha do local não deve ser prioridade, e sim a família, eu mais uma vez não tenho direito de falar nada, visto que eu morava 1 hora de NYC e isso era AMAZING! E isso faz uma falta danada... só quem conheçe NYC entende a música da Alicia Keys... ai ai! Aquela cidade é tão impossível não amar quanto é possível não odiar Hitler! (Ok, tem gente q venera, mas se ele tivesse vivo, eu faria questão de matá-lo com minha própria câmara de perfume da Avon!

    Eu queria sugerir que me sugerissem uns tópicos para falar! Assim seria interessante ver minha capacidade analítica-crítica! Como sei lá se alguém lê esse blog, eu vou até me emocionar se alguém mandar alguma coisa! Vai ser como a Lady Gaga ouvindo de alguém que a música nova dela não é cópia da Madonna! Vai ser beautiful this way!

    See y'all, guys!